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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

...em dia de felicitação...

FELIZ ANIVERSÁRIO!

...és parte de mim...

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Companheiros da alma

Para ti, doce Pat, igualmente a minha companheira da alma...um pequeno poema... simples...do José Fontinhas ou deverei dizer Eugénio de Andrade?


Os livros

Os livros. A sua cálida
Terna, serena pele. Amorosa
Companhia. Dispostos sempre
A partilhar o sol
Das suas águas. Tão dóceis
Tão calados, tão leais.
Tão luminosos na sua branca e vegetal cerrada
Melancolia.
Amados
Como nenhuns outros companheiros
Da alma. Tão musicais
No fluvial e transbordante
Ardor de cada dia.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ondjaki

Amiguinha doce...quis colocar aqui novamente este filme como forma de nos lembrarmos que,  no dia 18 de Abril,  tivemos o privilégio de  conhecer  Ondjaki no encontro Literatura em Viagem...

sábado, 4 de dezembro de 2010

My one and only love



Como nunca me canso de ouvir esta melodia tão romantica... decidi oferecer-te... para continuares com as mãozinhas grudadas pelo amor...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

CHOPIN

Amiga linda da minha alma... e porque os nocturnos de Chopin são das obras de arte mais belas de sempre... e porque sei que as aprecias... um dos noctunos de que não abdico... e ao qual regresso frequentemente... Beijinhos de melhoras...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Uma música para dormires bem...

Doçura linda... quero que adormeças ao som da minha esperança... ao som de um dos compositores que sempre amei.... porque me refugio nele e ele me agarra... A música tem destas coisas... ampara-nos a vida e nunca, NUNCA, nos desilude... podemos contar sempre com ela... como eu quero que contes comigo... Ai, quem me dera conseguir criar uma música para ti!!!!! Adoro-te amiga do coração!!! Espero que te restabeleças rapidamente!!! Esses micróbios invasores!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Because this must be

Dou-te esta janela, amiga linda! Para sonhares para além dela!!!

domingo, 10 de outubro de 2010

Biel Ballester Trio (Vila Real, 9/10/2010)





No 100.º aniversário do nascimento do lendário guitarrista Django Reinhardt

«O Biel Ballester Trio é seguidor do mais europeu dos estilos de jazz, o jazz manouche (ou gipsy jazz), que teve em Django Reinhardt o seu precursor e expoente máximo. O trio procura não só manter a tradição do estilo, tocando os standards mais ...conhecidos de Reinhardt, mas também incorporar novas tendências nos seus originais. Dois temas do grupo foram escolhidos por Woody Allen para a banda sonora do seu filme “Vichy Cristina Barcelona”, contribuindo para o sucesso internacional que o trio tem vindo a obter.»

sábado, 25 de setembro de 2010

Yusef e Ondjaki

Doçura, não resisto a dar-te a música que ouço insistentemente sem parar porque para mim enferma um exotismo invulgar, um encantamento ou chamamento ao qual não consigo resistir... E porque leio o magnífico Ondjaki que sabiamente me ofereceste, a conjugação é sublime........
Obrigada por seres minha amiga... minha irmã ... minha confidente...

"quero perder-me na densidade poética da nuvem"


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

E porque hoje é Outono!

Doçura, e porque hoje é Outono... aceitei o teu repto e mudei o visual do nosso cantinho onde dia após dia, trazemos as nossas confidências... ao sabor de um belo chá quente... que apetece nesta época... acompanhado de muitos sorrisos...  Obrigada pelo poema de Outono e que é lindo!!!!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A secreta viagem...





A BOCA AS BOCAS, David Mourão- Ferreira

  
Apenas
uma boca. A tua Boca
Apenas outra , a outra tua boca
É Primavera e ri a tua boca
De ser Agosto já na outra boca


Entre uma e outra voga a minha boca
E pouco a pouco a polpa de uma boca
Inda há pouco na popa em minha boca
É já na proa a polpa de outra boca.


Sabe a laranja a casca de uma boca
Sabe a morango a noz da outra boca
Mas sabe entretanto a minha boca


Que apenas vai sentindo em sua boca
Mais rouca do que a boca a minha boca
Mais louca do que a boca a tua boca.

sábado, 18 de setembro de 2010

Um hino...

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"

Fernando Pessoa
 
Obrigada querida Pat pelas palavras que me oferescte e que nos enquandram no absurdo desta vida! 
Agora, quiero regalar-te una poesia amiga mía... una música absolutamente magnífica! Adoro-te!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

FELIZ ANIVERSÁRIO!

Neste dia tão importante e que marca o maior acontecimento da tua vida, não podia deixá-lo passar sem te expressar o quanto te sinto minha amiga! Adoro-te amiguinha! Feliz Aniversário!
E uma música que ficará sempre ligada à nossa amizade! Bela, como tu...



SONETO DE ANIVERSÁRIO, Vinicius de Moraes

Passem-se dias, horas, meses, anos
Amadureçam as ilusões da vida
Prossiga ela sempre dividida
Entre compensações e desenganos.

Faça-se a carne mais envilecida
Diminuam os bens, cresçam os danos
Vença o ideal de andar caminhos planos
Melhor que levar tudo de vencida.

Queira-se antes ventura que aventura
À medida que a têmpora embranquece
E fica tenra a fibra que era dura.

E eu te direi: amiga minha, esquece...
Que grande é este amor meu de criatura
Que vê envelhecer e não envelhece.

sábado, 11 de setembro de 2010

Nunca são as coisas mais simples

O Beijo, Gustav Klimt


Nunca são as coisas mais simples que aparecem
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.

(NUNO JUDICE)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Soneto do Cativo

SONETO DO CATIVO, David Mourão Ferreira


Se é sem dúvida Amor esta explosão
de tantas sensações contraditórias;
a sórdida mistura das memórias
tão longe da verdade e da invenção;

o espelho deformante; a profusão
de frases insensatas, incensórias;
a cúmplice partilha nas histórias
do que outros dirão ou não dirão;

se é sem dúvida Amor a cobardia
de buscar nos lençóis a mais sombria
razão de encantamento e de desprezo;

não há dúvida, Amor, que te não fujo
e que, por ti, tão cego, surdo e sujo,
tenho vivido eternamente preso!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Saudades...apenas saudades

A minha doçura tão doce, tão bela, tão inteligente, tão minha amiga... continua longe... E eu que já não sei viver sem o calor dela... o afago das mãos...
Procurar-te-ei sempre, minha amiga, nem que esteja noutro Universo, nem que para isso faça vibrar todas as cordas do Universo!


Dá-me a Tua Mão, Clarice Lispector


 Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi a linha de mistério e fogo, e que é linha sub-reptícia. Entre duas notas de música existe uma nota, entre dois fatos existe um fato, entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam existe um intervalo de espaço, existe um sentir que é entre o sentir - nos interstícios da matéria primordial está a linha de mistério e fogo que é a respiração do mundo, e a respiração contínua do mundo é aquilo que ouvimos e chamamos de silêncio.

sábado, 10 de julho de 2010

Rember Yahuarcani

Rember Yahuarcani, artista plástico autodidacta descendiente de la nación amazónica Huitoto.Nació en 1985 en La Colonia, una comunidad Bora, Provincia de Ramón Castilla, en la Región Loreto. Llegó a Lima en 2003 para la Expo La Serpiente de Agua, y desde entonces se ha convertido en el centro de su trabajo artístico.

(Exposição: Dilúvio)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

À Pat, a mulher mais bela do cosmos...


Porque os outros se mascaram mas tu não
 (Sophia de Mello B. Andresen)

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.

Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

 
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.


Doçura, foi o poema possível...Contudo, e porque mesmo assim não diz tudo, eu vou acrescentar  mais umas frases... Mas antes tenho que pedir desculpa à Sophia... é por uma boa causa!


Porque és bela e resplandeces
 E vês sempre beleza à tua volta
Porque és imensa e os outros não
 
Porque pressentes amizades em tudo aquilo que te rodeia
E valorizas tudo o que é bom
Porque és bondosa e os outros não
 
Porque maravilhas a tua família, és esposa e mãe dedicada e maravilhosa
E és o oposto de um "buraco negro", és um Big Bang que tudo ilumina
Porque és LINDA e os outros não.
 
(não me atrevo a mais, por mais palavras que use, não conseguirei nunca expressar o quão bela és...)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Margarita Sikorskaia vs Mª Teresa Horta


GOZO

Desvia o mar a rota
do calor
e cede a areia ao peso
desta rocha
que ao corpo grosso
do sol
do meu corpo
abro-lhe baixo a fenda de uma porta
e logo o ventre se curva
e adormece
e logo as mãos se fecham
e encaminham
e logo a boca rasga
e entontece
nos meus flancos
a faca e a frescura
daquilo que se abre e desfalece
enquanto tece o espasmo o seu disfarce
e uso do gozo
a sua melhor parte


JOELHO

Ponho um beijo
demorado
no topo do teu joelho

Desço-te a perna
arrastando
a saliva pelo meio

Onde a língua
segue o trilho
até onde vai o beijo

Não há nada
que disfarce
de ti aquilo que vejo

Em torno um mar
tão revolto
no cume o cimo do tempo

E os lençóis desalinhados
como se fosse
de vento

Volto então ao teu
joelho
entreabrindo-te as pernas

Deixando a boca
faminta
seguir o desejo nelas.