Os livros também morrem. São, então, pássaros de asas abertas que voam na escuridão, ininterruptamente, na aflição de serem uma última vez olhados pela paixão dos seus leitores, únicos que os sabem reconhecer, que os podem salvar, mesmo que em queda abrupta se percam algumas palavras virtuosas para sempre.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
«Efectivamente, um leitor compulsivo é um conquistador. E ele considera as terras impressas que se abrem à sua frente como o equivalente daquelas que foram conquistadas por Alexandro, o Grande, por Genghis Khan ou Napoleão, pelo menos tão fascinantes e ricas como aquelas, e em todo o caso, exigindo menos devastações inúteis, menos crueldades e sangue derramado.»
Jacques Bonnet, Bibliotecas cheias de fantasmas, Quetzal, p.69
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