terça-feira, 6 de outubro de 2009

Joao Vieira

(continuo com serios problemas em colocar a acentuaçao...)
Le, querida amiguinha e fica encantada como eu fiquei...
"Joao Vieira, um dos nomes grandes da pintura do seculo XX portugues e europeu, deixou-nos, na dor de uma partida subita e inesperada (...). Os seus alfabetos gestuais, na relaçao com o corpo, reinventam a imagem da escrita na pintura, uma vertente emblematica da sua criaçao que a exposiçao KWY, em 2001, no Centro Cultural de Belem, sitou no contexto de uma das mais apaixonantes aventuras da arte do seculo XX em Portugal. a da emergencia da escrita pintura, da pintura como escrita, da gestualidade e do informalismo, a exaltante descoberta dos novos vocabularios que alimentam as vagas de fundo de uma sensibilidade mmoderna.

"LETRAS TRANSPARENTES BAILANDO A COSMOGONIA DA ESCRITA E DO MUNDO CONFUNDIDOS. DA ESCRITA DO CORPO, DAS ESCRITAS DO CORPO"

Na pintura de Joao Vieira, o gesto prendia nas suas malhas, revigorando-as, as formas conhecidas da escrita e transformava-as sob o elan encantatorio da poesia. (...)"

Alguns dados biograficos retirados da wikipedia:
João Rodrigues Vieira (Vidago, 4 de Outubro de 1934-Lisboa, 5 de Setembro de 2009) foi um artista plástico e escritor português.
João Vieira ingressou em 1951 na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, onde frequentou os dois primeiros anos do curso de pintura.
Começou a expor em 1956, ano em que se ligou ao grupo do café Gelo, conhecido como
Grupo do Gelo, em Lisboa, quando partilhava um atelier por cima deste café com José Escada, René Bertholo e Gonçalo Duarte.
Os quatro, juntamente com Lourdes Castro, Christo e Jan Voss, fundam mais tarde o grupo KWY, em Paris, que fica também conhecido pela revista com o mesmo nome.
Depois de outras passagens por Paris e ainda por Londres, onde em finais de 1964 lecciona no Maidstone College of Art, regressa a Lisboa em princípios de 1967 e começa a trabalhar quase exclusivamente como cenógrafo teatral.

1 comentário:

Leitores SOS Murça disse...

Que belos quadros me trazes! A sensualidade do alfabeto é uma exploração invulgar na pintura. É sabido que as letras dançam, bailam no ar quando falamos, nas páginas em branco são vaidosas e arranjam-se sempre muito bem como se fossema uma festa, vestidas de negro austero e elegante, nos quadros ganham cores inusitadas, dão-lhes títulos coloridos, sempre em palavras, sempre abraçadas por outras letras, amigas como tu e eu.Mil bjs pelas obras de arte.